Diversas situações exigem o atendimento psicológico domiciliar. O motivo pode ser um tipo de sofrimento psicológico temporário ou uma necessidade permanente. Quando ocorre com clientes que estão em crises pontuais, o atendimento não demora a ser transferido para o consultório. Mas existem outras situações que fazem com que o atendimento residencial seja a única opção, seja por incapacidade de locomoção do cliente, uma necessidade familiar ou qualquer outra razão. Diante desse universo tão íntimo do cliente, o profissional se depara com situações que podem dar um contorno facilitador ao atendimento e outras que podem, ao contrário, tornar o trabalho bastante complexo. É preciso ter a real dimensão da disponibilidade do psicólogo frente à necessidade do cliente, para que o vínculo seja estabelecido e o processo terapêutico seja desenvolvido.

